Lorran Nascimento Soares solicitou a revogação de sua prisão preventiva. Sua equipe de defesa alega a falta de evidências que o incriminem como autor do crime cometido contra Mingau, mencionando testemunhas que corroboram sua inocência.
Entretanto, o juiz juiz Juarez Fernandes Cardoso considerou a seriedade do delito como justificativa para a manutenção da prisão:
"É importante ressaltar que o crime atribuído ao réu é de extrema gravidade, com grande repercussão na sociedade de Paraty. Isso reflete o risco iminente que sua liberdade poderia trazer".
"No caso em questão, a gravidade concreta do crime supostamente cometido pelo acusado é evidente. Ele é acusado de, motivado por razões torpes, participar de disparos de arma de fogo contra um veículo ocupado por duas pessoas, que acreditava-se serem policiais. Isso tornou praticamente impossível qualquer tentativa de defesa por parte das vítimas", concluiu.







