Luana Piovani sai em defesa de Virginia após vaia no Maracanã
A atriz deixou as desavenças de lado e fez um longo desabafo em defesa da influenciadora, hostilizada publicamente durante um jogo do Brasil

Luana Piovani deixou a rivalidade de lado e saiu em defesa de Virginia Fonseca na noite desta segunda-feira (01) após a influenciadora ter sido agredida verbalmente durante um jogo do Brasil no estádio do Maracanã no último domingo (31). Em uma sequência de stories gravados em suas redes sociais, a atriz se mostrou revoltada com a atitude dos torcedores após um gol de Vini Jr., ex-namorado da empresária.
"Vi essa cena e fiquei estarrecida, me deu um amargo na boca, na hora. Como homem hétero não se educa, né? Vocês não acham não? Que eles não conseguem entender que têm que aprender a conviver em sociedade? É muito impressionante. O que foi aquela cena da torcida? Que cena bizarra, horrorosa, agressiva, desconcertante da torcida gritando o nome lá da coitada, a pobre menina rica. Que coisa horrível. Como é que pode? Como é que se sentem nesse direito? Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. É muito desrespeitoso com todas as mulheres", repudiou ela em um dos vídeos publicados.
Mesmo desaprovando comportamentos de Virginia, Luana fez questão de reforçar que a famosa merece respeito: "Não gosta dela, não siga, não compre o produto dela, não faça dela a maior influenciadora do Brasil. Mas antes dela ser uma bosta de influenciadora, porque ela só influencia merda, ela é um ser humano, uma mulher e merece respeito. Foi horrível o que vocês fizeram, vocês, homens héteros, cis, continuam provando que não sabem se portar em comunidade, se acham acima do bem e do mal, não conseguem distinguir as coisas. Que vergonha", completou Luana em outro momento.
Atriz relembra episódio
Durante o seu posicionamento, ela também relembrou um episódio parecido que viveu após ter sido agredida por um ex-namorado. Ela explicou que na época ela tinha uma medida protetiva contra ele e estava em um bar quando percebeu que o ex estava em um estabelecimento de frente ao que ela estava: "Ele não poderia estar naquele estabelecimento uma vez que eu estava no estabelecimento na frente. Chamei a polícia. Só que antes da polícia chegar, quando viram a movimentação, porque as pessoas que estavam comigo ficaram nervosas com aquela situação, ele, os amigos dele, o irmão e os familiares dele acharam por bem começar a gritar 'Luana piranha' ali, à noite, com o Baixo Leblon lotado. Fiquei olhando aquilo estarrecida. Foi a mesma sensação que eu tive agora quando vi aquela torcida".



