Camila Queiroz abre o jogo sobre decisão com Clara
A atriz contou que pesquisou sobre o procedimento e conversou com a obstetra antes de optar pelo armazenamento das células-tronco da filha Clara

Nesta terça-feira (7), Camila Queiroz usou as redes sociais para compartilhar uma decisão tomada durante o nascimento de Clara, sua primeira filha com Klebber Toledo. A atriz revelou que optou por armazenar as células-tronco coletadas do sangue e do tecido do cordão umbilical da bebê após pesquisar sobre o procedimento e conversar diversas vezes com sua obstetra. Segundo ela, a escolha foi feita pensando no futuro da filha.
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Ao explicar a decisão, Camila contou que o interesse pelo assunto surgiu antes mesmo da gravidez. A artista afirmou que sempre acompanhou conteúdos sobre maternidade e, durante a gestação, buscou ainda mais informações sobre o armazenamento das células-tronco. "Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba", relatou. A atriz destacou ainda que as pesquisas e os estudos sobre o tema reforçaram sua confiança para realizar o procedimento.
Em outro momento, a atriz explicou que a coleta foi feita logo após o parto, utilizando o sangue e o tecido do cordão umbilical, material que normalmente seria descartado. "Foi uma coleta feita no parto, de forma muito rápida. É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê", afirmou.
Camila Queiroz também aproveitou a publicação para incentivar outros pais a buscarem orientação médica antes de tomar qualquer decisão. "Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais", aconselhou.
Atualmente, as células-tronco do cordão umbilical podem ser utilizadas em tratamentos para algumas doenças, como leucemias, linfomas, anemias graves e outras condições relacionadas ao sangue e ao sistema imunológico. Além disso, estudos seguem em andamento para investigar novas aplicações na chamada medicina regenerativa, sempre dentro das indicações e regulamentações dos órgãos de saúde.



