Caso de Deolane Bezerra tem atualizações por parte da justiça
Ministério Público pede manutenção da prisão preventiva da influenciadora e familiares de Marcola

O Ministério Público de São Paulo pediu que Deolane Bezerra continue presa preventivamente no processo que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. A manifestação também envolve outros cinco réus, entre eles Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como uma das principais lideranças da facção.
A defesa da influenciadora, no entanto, sustenta que ela deveria ser colocada em liberdade após completar 90 dias de prisão. O advogado de Deolane afirma que o prazo para a revisão da prisão preventiva não significa que ela possa permanecer detida automaticamente e aguarda uma decisão da Justiça sobre o caso.
Deolane está presa desde 21 de maio, quando foi alvo da Operação Vérnix. A investigação aponta que os envolvidos teriam utilizado uma empresa de transporte, em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, para movimentar e ocultar recursos de origem ilícita.
Para o promotor Lincoln Gakiya, a liberdade dos acusados poderia representar risco à ordem pública e possibilitar a continuidade das atividades investigadas. O pedido do MP ocorre durante a reavaliação periódica da necessidade da prisão preventiva.
Além de Deolane e Marcola, também são réus no processo o irmão e dois sobrinhos do líder do PCC, além de um homem apontado como operador financeiro do grupo. Eles respondem por suspeitas de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
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