A cantora Lauana Prado anunciou recentemente que está grávida de seu primeiro filho e revelou que a gestação foi possível por meio da Fertilização in Vitro (FIV). A decisão evidencia a maternidade independente, alternativa cada vez mais comum no Brasil, mas que ainda exige preparo, paciência e acompanhamento médico especializado. Segundo a artista, o processo teve início em 2022, mostrando que o caminho até a gravidez pode ser longo, mesmo com os avanços da medicina.
No Brasil, a legislação autoriza tanto o uso de bancos nacionais de sêmen, com doações anônimas e voluntárias, quanto a importação de material genético de bancos internacionais, desde que sejam cumpridas todas as exigências sanitárias e éticas. A escolha do doador é uma etapa central do processo e segue critérios rigorosos, com acesso a informações detalhadas sobre características físicas, histórico familiar e exames genéticos, sempre com orientação da equipe médica.
Após essa definição, a FIV passa por fases bem estruturadas, como a estimulação ovariana, a coleta dos óvulos e a fertilização em laboratório. Do ponto de vista clínico, a gestação costuma evoluir de forma semelhante a uma gravidez natural, mas o aspecto emocional pode demandar atenção especial. Na maternidade independente, além do acompanhamento médico, o suporte psicológico e familiar é considerado fundamental para lidar com expectativas, decisões e desafios ao longo do processo.
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