Conexão Repórter
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Conexão Repórter apresenta o documentário "A um passo da eternidade"

Apresentador

Roberto Cabrini

Roberto Cabrini

Francisco Roberto Cabrini (Piracicaba, 3 de outubro de 1960) é um jornalista de televisão brasileiro. Foi correspondente internacional da Rede Globo em Londres e Nova York, ganhou os principais prêmios como repórter investigativo (Esso, APCA, Líbero Badaró, Imprensa,Tim Lopes e Vladimir Herzog) e cobriu seis guerras.

 

Considerado um dos principais jornalistas brasileiros, especializado em jornalismo investigativo, coberturas de guerra e de defesa dos direitos humanos, ganhou praticamente todos prêmios importantes em seu meio em 3 décadas de carreira. Roberto Cabrini iniciou sua carreira aos 16 anos de idade em uma rádio e um jornal do interior de São Paulo e, aos 17, foi contratado pela TV Globo como o repórter mais jovem do telejornalismo de rede do país, inicialmente atuando como repórter esportivo.

 

Em 28 anos de carreira, Roberto Cabrini cobriu seis guerras internacionais (Afeganistão, Iraque, Palestina, Camboja, Caxemira e Haiti); participou de cinco Olimpíadas e cinco Copas do Mundo; foi correspondente por oito anos - quatro deles em Londres e quatro em Nova York - além de realizar coberturas em mais de 60 países.

 

Em outubro de 1993, após sete meses de investigação descobriu o paradeiro do fugitivo da justiça Paulo César Farias em Londres, driblando até mesmo as buscas da polícia brasileira. PC Farias foi tesoureiro de campanha de Fernando Collor de Mello nas eleições presidenciais brasileiras de 1989. Foi a personalidade chave que causou o primeiro processo de impeachment da América Latina, em 1992. Em 1995 produziu o documentário "Enigma das Alagoas" que apresentava a mais célebre entrevista com o presidente Fernando Collor de Mello depois do impeachment. A técnica utilizada para a entrevista repleta de perguntas cortantes (estilo marcante de Cabrini) e muitos dados, gerou reconhecimento de todos veículos de comunicações. O Estado de São Paulo o escolheu como o melhor do jornalismo da TV neste ano, a revista Veja considerou esta a melhor reportagem do ano.

 

Neste mesmo ano concluiu o documentário "Enigma das Mil e Uma Noites" após vários meses no Iraque, conseguindo provar a existência de soldados iraquianos que por se recusarem a servir seu exército tiveram suas orelhas cortadas pelo regime de Saddan Hussein, algo até então negado veementemente por Bagdad em uma entrevista exclusiva com o então vice-primeiro-ministro iraquiano Tarek Aziz. Conseguiu penetrar no norte do país onde revelou as sequelas dos ataques com armas químicas na cidade curda de Halabja pelas forças de Saddan Hussein. A entrada na cidade tinha sido bloqueado aos jornalistas desde o ataque de 1988. Terminou o ano com uma grande entrevista com o lider palestino Yasser Arafat e ainda com os guerrilheiros preparados para o martírio, os homens-bomba recrutados para se explodirem contra alvos israelenses. Foi então também considerado pelo jornal do Brasil como o melhor repórter em atividade da TV brasileira.

 

Em 1996, foi o único jornalista da América Latina a cobrir a ascensão do grupo radical Taliban no Afeganistão, fortemente apoiado pela Al Qaeda, de Osama Bin Laden que se armou com a ajuda americana. Nessa cobertura, produziu o documentário "Em nome de Alá", vencedor do Prêmio Vladimir Herzog de direitos humanos (1996). Em setembro de 1997 após uma investigação de 5 meses localizou na Costa Rica na América Central, a fugitiva Jorgina de Freitas Fernandes, a maior fraudadora da história do INSS no Brasil. Ganhou com a reportagem o Prêmio Previdência Social de Jornalismo.

 

Ainda em 1998 elaborou a reportagem "A Verdadeira História do Vôo 254", contando em detalhes o que de fato aconteceu em um dos piores desastres da aviação brasileira. A reportagem garantiu a ele o VI Prêmio Líbero Badaró de jornalismo. Também foi Roberto Cabrini quem noticiou, ao vivo, pela TV Globo, o óbito do piloto Ayrton Senna em maio de 1994. Cabrini cobria o GP de Fórmula 1 de Ímola, na Itália, e foi a Bologna acompanhar a sequência dos fatos onde entrou em plantão ao vivo para noticiar o fato.

 

Em 1998 denunciou um grande esquema de venda de crianças para países europeus no Sri Lanka na extremidade sul do subcontinente indiano, reportagem considerada pela Anistia Internacional uma das melhores já realizadas sobre o assunto em toda história. Desde 2001, como reconhecimento de sua carreria de repórter, passou a atuar também como âncora e editor-chefe de programas jornalistícos.

 

Já no ano de 2009, Roberto Cabrini retornou ao SBT, onde é o editor-chefe e apresentador do programa Conexão Reporter.

 

Prêmios

    Melhor repórter da TV brasileira - Troféu Imprensa de 1993 - (Prêmio recebido em 94 - ano em que cobriu a morte de Ayrton Senna e descobriu o paradeiro do fugitivo Paulo César Farias)
    Melhor programa jornalístico (entrevista com Fernando Collor de Mello e documentário no Iraque) - Prêmio APCA de 1995
    Entrevista com Fernando Collor de Mello - apontada pela Revista Veja como a melhor matéria do ano de 1995
    Foi considerado pelo Jornal do Brasil o melhor repórter da televisão Brasileira em 1995
    Documentário "Em Nome de Alá", realizado no Afeganistão - ganhador do Vladmir Herzog, em 1996, na categoria TV (quando atuava pelo SBT - SP)
    Reportagem "A verdadeira história do Vôo 254" - vencedor do VI Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo de 1998
    Documentário "Em Nome de Alá" - vencedor do 14º Prêmio de Direitos Humanos de 1997
    Documentário "Investigando a Fraudadora do INSS" - vencedor do 1º Prêmio Previdência Social de Jornalismo de 1998
    2009- Prêmio Tim Lopes - O chefe do tráfico
    2010 Prêmio Esso de telejornalismo "Sexo, Intrigas e Poder" (Investigando a Pedofilia na Igreja)

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Diário da Escuridão - O Retorno | Conexão Repórter (28/09/20)

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O Clamor das Prisioneiras da Mente - Parte 2 | Conexão Repórter (21/09/20)

O Conexão Repórter exibe a reportagem especial "O Clamor das Prisioneiras da Mente - parte 2". Após a repercussão nacional da primeira reportagem, novos casos surgem e são mostrados com exclusividade pelo programa. Novos relatos dos abusos sexuais e financeiros do médium Kléber Aran, um homem que se intitula mestre. A investigação de semanas do jornalístico acerca do médium prossegue e mais vítimas quebram o silêncio. Roberto Cabrini encontra novas testemunhas e escuta o relato de mulheres que quebram a barreira do medo para revelar a face oculta de Aran, o homem que afirma incorporar espíritos de luz. Com a ajuda do que chama de legião de guardiões, ele afirma promover curas de diferentes enfermidades. Em nova entrevista a Cabrini, Kléber é mais uma vez questionado e confrontado com as vozes e os relatos daquelas que se declaram suas vítimas. Aran chega acompanhado de voluntários que ainda o apoiam, enquanto outras vítimas continuam aparecendo. O que ele tem a dizer?

O clamor das prisioneiras da mente | Conexão Repórter (14/09/20)

O Conexão Repórte traz um dos mais conhecidos médiuns brasileiros na linha de fogo. Em uma investigação de várias semanas, Roberto Cabrini fica diante de denúncias gravíssimas e mostra um homem que é símbolo da fé na cura espiritual acusado de usar a mesma fé para cometer abusos sexuais e aumentar a arrecadação financeira de seu templo: Kleber Aran Ferreira e Silva, 46 anos, líder do templo Amor Supremo. O programa mostra como ele ganhou fama afirmando incorporar espíritos de luz, como o do dr. Fritz, e hoje é procurado por multidões. Na investigação exclusiva do jornalístico, Cabrini apura diversas denúncias para montar um complexo quebra-cabeças. São pacientes, voluntários e ex-funcionários em relatos emocionados de pessoas que confiaram no médium e que, agora, revelam um outro lado dele, oculto e inquietante. O programa ouviu onze vítimas em diferentes partes do Brasil aonde a história se repete: o uso da fé para abusar sexualmente de pessoas. O jornalista também entrevista Kleber e mostra o que tem a dizer diante das acusações que pesam sobre ele.

Entrevista inédita com o goleiro Bruno | Conexão Repórter (07/09/20)

Roberto Cabrini fica frente a frente com Bruno Fernandes das Dores de Souza, o "Goleiro Bruno". Em um encontro tenso, ele quer evitar falar do passado e de sua condenação a mais de 20 anos de prisão por planejamento e participação no sequestro e assassinato de Eliza Samúdio. Confrontado com as mais duras questões, diz querer focar no futuro e falar sobre os detalhes de sua sexta tentativa de voltar aos gramados, agora no futebol do Acre. Cabrini questiona que erros ele cometeu, a quem deve pedidos de perdão e se ele se arrepende de algo, recebendo de Bruno uma única certeza afirmada com convicção: prisão, nunca mais. Uma entrevista marcada por um final abrupto e, também, revelador de sua mente. O jornalístico mostra ainda como o presidente do Rio Branco, que o contratou, perdeu o principal patrocinador, e viu Rose Costa, responsável pelo futebol feminino, deixar o clube em protesto. O programa também revela o que a mãe de Eliza tem a dizer sobre tudo isso.

Conexão Repórter
SC

 

A proposta do programa é a busca pela verdade por meio de grandes reportagens. O nome surgiu pela modernidade que sugere, a informação nos tempos de hoje viaja por conexões cada vez mais velozes e sofisticadas. O uso da palavra “repórter” foi estrategicamente usada para destacar o formato e a disposição do apresentador.

 

Roberto Cabrini, além de editor-chefe, também faz as grandes reportagens. Leva ao espectador a imagem e a informação que ninguém conseguiu. A exclusividade é o lema do programa.

 

O Conexão Repórter também quer ter como marca a modernidade. Tem a capacidade de abordar vários temas e ser o menos engessado possível. Diferentemente do que já existe, o programa é mais amplo, a regra é evitar a regra. Factuais transformam o programa em um grande telejornal com grandes reportagens. O cenário é futurista e o pacote gráfico tem uma linguagem peculiar de acordo com cada tema do programa.

 

A equipe é formada essencialmente por produtores-repórteres, que embora não mostrem a "cara", participam ativamente das reportagens. O principal perfil dos jornalistas contratados é a disposição em grandes produções. São nomes respeitados no mercado e que decidiram participar do projeto pela audácia e arrojo propostos, além da oportunidade em fazer parte da equipe do principal repórter do país.

 

Mostramos o que ninguém mostra: as grandes reportagens investigativas, as revelações exclusivas, o arrojo, a coragem de se aprofundar nos assuntos, a agilidade, as descobertas, a imagem inquietante, as perguntas que ninguém faz. Onde houver uma grande história, nós estaremos lá.

 

Aqui a grande reportagem é a estrela da companhia!

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