Uma das principais facções criminosas do Brasil "inovou" em utilizar o serviço de Party, da PlayStation, como modo de se comunicar e driblar a vigilância da Polícia Federal. A informação foi descoberta pela PF e divulgada no jornal O Estado de S. Paulo.
A descoberta foi feita durante uma operação que encontrou movimentações de criptomoedas e até mesmo ligações com empresas citadas em investigações da Operação Lava Jato. De acordo com a reportagem, os traficantes não encontram dificuldade em se comunicar por serviços disponíveis em consoles, visto que basta criar uma conta com um apelido, adquirir o serviço (caso necessário) e convidar outro usuário para o canal de voz.

O Party permite que usuários tenham conversas por voz e mensagens de texto, o que possibilitaria a migração dos contatos da facção, que estaria desconfiada dos tradicionais WhatsApp e Facebook Messenger. Além do serviço da PlayStation, é possível que os criminosos utilizem serviços de outras empresas, como a Xbox, mas não houve confirmação oficial.







